segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Nos acréscimos do golpe burguês

De passagem breve, quero falar sobre o golpe que vai ser perpetuando, infelizmente.

Essa semana já é histórica, o impedimento da presidenta Dilma vai encorpando, solidificando-se. A democracia é demagoga nesse caso, onde o poder emanou do povo, mas de maneira desrespeitosa e antidemocrática vai sendo derrotado pelos interesses dos grandes nomes do Brasil, daqueles que possuem um sobrenome a zelar, um latifúndio a prosperar. Para "estancar a sangria" era o que Jucá relatava a Sergio Machado, ao referir-se à operação lava a jato e por esse motivo era que a presidenta eleita democraticamente deveria sair, afinal Cunha é Temer e vice-versa, engana-se quem acha que foram as famosas pedaladas.

Assim como em 1964, figurinhas repetidas foram precursoras para o engendrar do golpe, a FIESP, a Globo e parte da grande mídia, esperam e fizeram com que o impedimento da presidenta Dilma se cristalizasse nessa conjuntura atual. Foi um pão e circo seguindo o modelo burguês, um modelo fascista. O neoliberalismo vai enrijecendo e seu marco maior, o caráter ideológico, afeta diretamente a classe média que pensa que é burguesa e acaba defendo uma direita reacionária que o não age de maneira reciproca. A sangria é atenuada a cada minuto antes da decisão final da eleição indireta, mas essa sangria que vos falo é a democracia. O poder emana do povo?





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